Bloco Camaleão no Carnaval de Salvador

CAMALEÃO 1979

Uma história de sucesso !!
 

O Bloco Camaleão estreou no Carnaval de 1979, desfilando na Avenida sob o comando do Trio Maragós. Mas sua história começa em 1978.

Motivados pelo desejo de montar uma estrutura empresarial do Carnaval, um grupo de jovens universitários de Salvador, que assistiam o desfile dos antigos blocos, começaram a avaliar a estrutura da festa e resolveram fundar um bloco de Carnaval. O carnaval tinha um crescimento potencial grande, mas não era encarado profissionalmente. A característica que dava unidade a estes blocos carnavalescos era a falta de uma estrutura planejada. A festa era uma atividade pensada e realizada apenas no verão, faltando um caráter empresarial.

 

 

O cenário estava desenhado à sua frente, em pleno Carnaval da Praça da Piedade e inspirado nos camaleões freqüentadores da praça naquela época, o artista plástico Bel Borba sugeriu o nome Camaleão.Um bloco diferente, com uma infra-estrutura própria que garantiu uma nova e excelente opção de lazer para os foliões. O nome permitiria uma possibilidade criativa grande e inédita para a divulgação do bloco. A característica mimética do bicho, suas mudanças de cor conforme o ambiente justificariam as renovações na programação visual.

 

Inicialmente, a preocupação era convencer pessoas a comprarem um produto oferecido por jovens que não tinham nenhuma experiência anterior em Carnaval.A partir daí, foi adotado um sistema de vendas onde cada sócio se encarregaria de contatar 10 amigos, os quais delegariam o direito de fazer inscrição em nome do bloco, daí a adoção do termo delegado. Cada delegado, por sua vez, convidaria 10 pessoas para também participarem do bloco. Este limite mínimo garantiria a fantasia do delegado e, a cada dez novas inscrições, ele receberia mais uma. A filosofia do bloco era baseada na rede de relacionamento construída durante o processo de venda das fantasias. O sistema de vendas piramidal confirmava o slogan do 1º ano: "Quem sai no Camaleão é um amigo de um amigo seu. Pelo menos".

 

Desde o primeiro momento, o bloco também adotou técnicas de marketing como notinhas de divulgação, confecção de brindes, realização de eventos e envio sistemático de malas diretas. Outras decisões fundamentais precisaram ser tomadas para que as coisas dessem certo e dessa vez as dúvidas eram Mortalha ou Macacão? Trio ou Banda de Sopro? O uso das mortalhas predominava no carnaval da cidade, apenas alguns blocos, com o perfil mais jovem, adotavam o macacão. A decisão foi tomada baseada no conforto dos foliões. Apesar do macacão agradar os jovens, era quente e desconfortável para o clima de Salvador e para a festa. Nesse ponto a mortalha permitia uma maior mobilidade e um conforto para o público.

 

Nessa época, a maioria dos blocos saía no Carnaval com bandas de sopro e apenas um bloco utilizava o trio elétrico. Mesmo a banda de sopro atraindo mais o público, os fundadores perceberam que o trio elétrico tendia para a modernidade e apostaram na tecnologia contratando para o carnaval o Trio Maragós, da cidade de Maragogipe. 

 

O Camaleão estreou com uma performance fantástica, encanta ndo a todos e sendo saudado pela imprensa como "a mais grata surpresa do Carnaval de 79". A imprensa foi unânime ao reconhecer o sucesso do bloco e tal reconhecimento contribuiu para firmar a imagem em seu primeiro ano. A partir daí, o Camaleão, modificou a estrutura do Carnaval de Salvador criando uma nova forma de se fazer a "folia".

 

CAMALEÃO 1980

Camaleão, melhor a cada ano.

Em seu segundo ano de Carnaval e a fim de proporcionar ao público uma festa ainda maior, o Camaleão adquiriu o melhor trio elétrico da cidade: o Som Felipe Trio, da cidade de São Felipe.

Ele tinha uma capacidade sonora fantástica, muitas bocas de alto-falantes e era considerado o melhor trio naquela época.

 

A partir daí, já dava para perceber que o Bloco prometia um melhor e mais divertido espetáculo a cada ano.

Ciente dessa novidade, o seu maior concorrente, o Bloco Traz os Montes resolveu inovar com um trio elétrico transistorizado que permitia uma melhor qualidade sonora, além de possibilitar a presença do cantor em cima do trio. Foi a partir dessa saudável rivalidade e busca pela excelência, que o Carnaval da Bahia deixou de ser visto apenas como uma brincadeira de verão, que já se esboçava como a maior festa do mundo.

 

Nessa época, o Camaleão já tinha uma Sede própria no Centro Comercial Vila da Barra, onde hoje fica o Restaurante Pereira. "O Camaleão é uma festa, solte o corpo. Dance", esse era o slogan de 80 que fez jus ao tema e tirou a galera do chão mais uma vez.

 

CAMALEÃO 1981

 

Logo após o Carnaval de 80, o Camaleão resolveu partir para a construção de um trio elétrico próprio. Naquela época tudo era artesanal e não havia uma empresa que cuidasse especificamente da montagem e instalação de um trio.  O Camaleão logo tratou de inovar e construiu ao longo do ano o trio elétrico transistorizado, com uma incrível programação visual feita pelo artista plástico Bell Borba, que revestia todo o trio com fibra de vidro e pintura feita em spray.

O primeiro trio do mundo em Fiber-Glass tinha 13 metros de comprimento e 5 toneladas de equipamentos instalados num caminhão com capacidade de carga para 12 toneladas.Para os padrões da época, este era um super-trio elétrico que gerou espaços na mídia e contribuiu para a expansão do bloco.

Foi também neste período que surgiram as primeiras bandas de trio e o Camaleão inova mais uma vez sendo o primeiro bloco de carnaval a montar uma banda exclusiva, a Salamandra. Com tantas novidades, o resultado não poderia ter sido outro: o Camaleão foi o maior sucesso no Carnaval de 81.

 

CAMALEÃO 1982

 

O Camaleão mais uma vez fez história! 


A concorrência acirrada forçou o Camaleão a buscar mais novidades e foi assim que a 1ª loja de um bloco de Carnaval foi inaugurada.  Neste mesmo ano, o Forró do Camaleão tornou-se um evento de grande porte assim como o Baile Patropi, prévia do Carnaval no Iate Clube. Esse evento foi o 1º grande baile de camisa na Bahia e é atualmente denominado Ensaio Geral, a tão famosa festa pré-carnavalesca do verão baiano.

Além de fazer os melhores eventos, o Camaleão contratou Virgílio e Sarajane, dois grandes artistas da Axé Music para integrar a Banda Salamandra e começar os trabalhos nas micaretas do interior do estado. Em 83, o Camaleão desfilou puxando o trio de Ondina até a Barra para testar o som e apresentar a potência do trio elétrico aos associados. Percurso este que se tornou oficialmente conhecido como "Banho de Mar à Fantasia".

A novidade aconteceu no sábado de Carnaval, um dia antes do tradicional desfile na Avenida. A iniciativa do bloco foi um verdadeiro sucesso e uma surpresa para o público, que pôde acompanhar o bloco desfrutando o cenário de belas praias do litoral baiano, onde o percurso inverso é atualmente conhecido como o Circuito Alternativo do Carnaval (Circuito Barra/Ondina). A magia do Camaleão se espalhou por todo o Bairro e contagiou milhares de foliões. O cortejo contava com 6 caminhões para transportar cerca de 200 associados, mas o que agradou mesmo foi percorrer o circuito no chão, sem cordas, junto aos demais foliões pipoca. Outros blocos passaram a desfilar na Barra e foi aí que surgiu o Encontro de Trios no Farol que fez, finalmente, deslanchar o Carnaval da Barra .

 

CAMALEÃO 1983

 

No Carnaval de 83, o Camaleão foi para a Avenida com mais uma novidade, posteriormente adotada por todos os trios da Bahia: dois geradores de som. Naquela época, a idéia foi criar um sistema um sistema mais seguro para o desfile e os técnicos de som do Camaleão inventaram uma estrutura para o trio que comportasse dois geradores, um para o som e outro para a iluminação. Caso o houvesse algum problema com o som, um sistema de reversão garantia o funcionamento do trio, desligando a luz e revertendo para som. Essa solução era uma espécie de seguro gerador, imediatamente adotado pelos demais blocos nos carnavais seguintes.

Conseguir espaço na imprensa também era uma grande dificuldade para os blocos carnavalescos e para furar um pouco este cerco, o Camaleão resolveu investir em um megashow contratando Elba Ramalho, no auge da sua carreira com a música "Banho de Cheiro". Este período marcou muitas mudanças no carnaval baiano, dando início à era das bandas de trios.

 

CAMALEÃO 1984



Após o mega-show de Elba Ramalho em 83, o desfile do bloco no Carnaval de 84 foi um sucesso.Com aproximadamente 2.000 componentes e cerca de 1.000 seguranças. O Camaleão foi nomeado pela imprensa como o melhor bloco de trio da Bahia. ´

Mas este Carnaval de 84 encerraria um ciclo no Camaleão, sendo o último ano de desfile com a Banda Salamandra. Foi a partir do Carnaval de 84 que as mortalhas ganharam maior destaque com a chegada de Pedrinho da Rocha, desde então programador visual do Camaleão. Nos carnavais seguintes, sua visão publicitária transformou a simples mortalha, numa peça muito importante, o verdadeiro cartão de visita do bloco.

 

CAMALEÃO 1985



Uma das grandes novidades da música baiana foi o artista Luiz Caldas, responsável pelos sucessos do verão com composições sempre estouradas na programação das rádios da cidade. Foi a partir do Carnaval de 84 que o Camaleão começou a parceria com Luiz Caldas para o ano seguinte. O Camaleão fechou contrato com ele, que sempre inovava em seus desfiles. Foram seus ritmos quentes e dançantes, como o fricote e deboche que deram início à Axé Music. O Carnaval de 85, com Luiz Caldas em todas as paradas, foi um sucesso absoluto e deu inicio à era Luiz Caldas no Camaleão. ´ A partir daí, foram 6 carnavais de muito agito com o rei do fricote.

Esse período marcou o auge da sua carreia e a história do Carnaval.

 

CAMALEÃO 1986

Neste período, o Camaleão ganhara mais credibilidade, fixou sua imagem no mercado nacional e passou a ser sinônimo de Carnaval da Bahia. A receita para o sucesso parecia simples: misturava a batida forte e contagiante da banda com o swing de Luiz Caldas e a energia dos foliões. Essa mistura foi imprescindível para dar destaque ao bloco e impulsionar cada vez mais o seu crescimento. Animar os foliões parecia fácil para quem já tinha o melhor trio elétrico da cidade - 1º em Fiber-Glass, mas contávamos com a música alegre e dançante para contagiar milhares de foliões e fazer do Camaleão o melhor bloco do carnaval baiano.

 

CAMALEÃO 1987



Em 87, "a corda preferida da Avenida" já era a do Camaleão.

O 3º ano de Luiz Caldas no bloco foi um sucesso, responsável por agitar os foliões com suas canções criativas e contagiantes. Após este carnaval começavam os preparativos para o carnaval seguinte, ano em que o Camaleão completara 10 anos de vida, de história e de muito sucesso. Muitas festas foram realizadas para comemorar o aniversário do bloco, assim como muitas novidades esperavam o Carnaval de 88.

 

CAMALEÃO 1988

 


 "Segure a corda preferida da Avenida..."

Ao longo do verão, período em que Salvador entra num ritmo ainda mais alegre e festivo, o Camaleão já dava o ar da graça com a animação de sempre. E o motivo não podia ser mais justo: os 10 anos de vida do bloco. Gilberto Gil resumiu muito bem o sentimento dos amantes da maior festa de rua do planeta: "O Camaleão é um dos grandes laboratórios do novo carnaval baiano - eletricidade experimental. Um brinde a eles. E a todos nós."

Numa prévia do carnaval de 1988, foi realizado um grande show no Bahiano de Tênis, afinal de contas razões para comemorar com certeza não faltavam. Mais de 15 mil pessoas cantaram e dançaram ao som de Luiz Caldas e convidados, saudando o Camaleão e sua trajetória de 10 anos, uma verdadeira história de amor com o folião baiano.

Luiz Caldas e Carlinhos Brown, com a criatividade que lhe é peculiar, criam a expressão "10 Camaleanos", que acabou virando título de música: "Segure a corda preferida da Avenida, já são 10 anos de vida e a vida é só pular; segure a corda preferida da Avenida, Camaleão ta convidando pra chegar, chegou a hora de apagar a velinha..."

 

CAMALEÃO 1989/90

Este foi mais um ano de sucesso do Camaleão.

O Bloco fez bonito na Avenida e arrastou milhares de foliões ao som de muito axé e alegria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CAMALEÃO 1991

 

"Carnaval é Camaleão e Chiclete. E ponto final".

 

Com este slogan, o bloco de maior sucesso do carnaval baiano reforçava uma parceria que, em 91, deu início a uma nova fase. Sempre buscando inovações, o Camaleão apostou numa atração diferente para comandar seu trio: a banda Chiclete com Banana. Os momentos que precederam a estréia foram de muita ansiedade - a direção do bloco, os foliões, os próprios músicos do Chiclete, todos criaram enorme expectativa para o carnaval de 91. E o resultado não poderia ser melhor!

O ritmo contagiante da banda liderada por Bell Marques conquistou definitivamente o coração do público. Neste ano, o bloco passou de 2.500 para 3.000 associados, que pularam ao som de "Grito de Guerra", primeiro hit de sucesso da nova atração no bloco. O primeiro carnaval do Chiclete no Camaleão emocionou a todos, foi uma verdadeira explosão de alegria ainda presente na memória de quem participou desse momento. Hoje, é simplesmente impossível pensar no Camaleão sem pensar no som do Chiclete com Banana.

Em 2008, provando que o slogan permanece atual, a parceria completará dezoito anos de carnavais inesquecíveis.

Grito de Guerra

Vou caminhando entre flores e guerras
Vou deslizando entre o bem e o mal
Um pouco louco entre monstros e feras
Sou cavaleiro do juízo final
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união

Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai 2x
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai iaaaaaaaaaa

A minha espada é a voz com que eu canto
Voando leve livre como o Pardal
Você me beija e eu me perco no encanto
Olho pra vida fantasia real
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai 2x
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai iaaaaaaaaaa

 

 

CAMALEÃO 1992



O Camaleão brilhou mais uma vez no Circuito da Avenida e o prêmio de melhor cantor do Troféu Dodô e Osmar foi para Bell Marques, mas os foliões do bloco foram os grandes responsáveis por animar essa grande festa.

 

 

CAMALEÃO 1993

 

Além da energia contagiante e emoção incomparável na Avenida, outro grande diferencial do Camaleão é a constante busca por novidades. E a novidade que marcou o ano de 93 foi pra lá de especial: a criação de um bloco alternativo para desfilar no circuito Barra-Ondina. A parceria de sucesso entre o Chiclete e o Camaleão fez nascer o Nana Banana, hoje presente no Brasil inteiro. Também puxado pelo Chiclete com Banana, o bloco fez sua estréia na sexta e no sábado de carnaval e os associados se caracterizaram pela animação e por um perfil mais jovem.

O público do Chiclete tornava-se cada vez mais amplo. Nos seus três dias de desfile, o Camaleão fez mais um belo carnaval e arrastou multidões no tradicional circuito da Avenida, provando que Bell Marques e sua banda têm fôlego de sobra!

 

CAMALEÃO 1994

 

Percebendo o comportamento dos foliões, que não usavam mais as mortalhas por inteiro, Pedrinho da Rocha, programador visual do Camaleão desde 91, criou um novo tipo de fantasia para pular carnaval: o abadá.

Composto por short e camisa, o abadá era mais leve e atendia a essa tendência do público de cortar o tecido das mortalhas.

Sempre atento às boas idéias, o Camaleão passou a adotar a novidade a partir de 94.

Neste mesmo ano, o Chiclete com Banana agitou os foliões do bloco com "Cara Caramba Sou Camaleão", música que fez grande sucesso e é símbolo de Chiclete e Camaleão até hoje.

O alternativo Nana Banana também arrasou no circuito Barra-Ondina, se consolidando no mercado e caindo definitivamente no gosto do público.

Cara Caramba Sou Camaleão

 

Cara Caramba, cara caraô...
...vem viver o verão
vem curtir Salvador
Eu sou camaleão
hoje eu sou seu amor
Não tem cara metade
caramba que dengo de amor
és dona de minha vontade
eu mudo de jeito e de cor
te toco, te abraço, te prendo
nos raios do sol
misturo o futuro e o presente
agora vou lá prá o Farol
sem essa de cara ou coroa
caramba sou camaleão
o amor Oxalá abençôa
tá combinado então
teu corpo é mar eu navego
no jeito do coração
as ondas percorrem teu viço
no brilho desse verão...

 

CAMALEÃO 1995

 

Em setembro de 94, as fantasias do Nana Banana já haviam se esgotado.

O sucesso era tão grande que os diretores do Camaleão resolveram criar um segundo bloco alternativo para suprir essa demanda dos foliões.

Surgiu, então, o Nana Pipoca, que abriu o carnaval de 95 na quarta-feira com uma inovação que agradou bastante o público: duas atrações no mesmo desfile.

Até a metade do percurso o bloco era puxado pela banda Araketu, que dava lugar ao Chiclete com Banana, fechando o Carnaval do Nana Pipoca com chave de ouro!

Durante este mesmo período, o Camaleão recebeu o troféu Top of Mind Bahia, promovido pela Tv Bahia, Jornal A Tarde e Abap, através de pesquisa de opinião pública.

O resultado apenas confirmou um fato bastante evidente: com a famosa patinha, o Camaleão foi a marca mais lembrada no segmento bloco de carnaval.

Fazendo jus à preferência do público, realizou mais uma emocionante passagem pela Avenida com a energia do Chiclete com Banana.

A banda deu o tom da festa com músicas que caíram no gosto do público e que qualquer folião sabe de cor, como "Meu Cabelo Duro é Assim" e "Se me Chamar eu Vou".

O Camaleão recebeu os prêmios do Troféu Dodô e Osmar de melhor fantasia, melhor som de trio, melhor banda e melhor bloco. Tinha como ser diferente?

SE ME CHAMAR EU VOU
(Tonho Matéria/ Buzziga)

Se quer me levar amor
Me leve pro horizonte
Do caminho bem distante
Aonde exista só nós dois

Estou feliz
Com o coração palpitando
Você me tem
Sempre em todos os seus planos

Penso contente em você
Quando preciso te ver


Vou à rua fico na lua
À procura do teu sinal

Se me chamar eu vou
Ao som que furta cor
Que furta coração
Que leva emoção, eu vou, eu vou

Se teu beijo cair lá do céu
Que caia por cima de mim
E todo lampejo de mel
Que caia por cima de mim amor

 

CAMALEÃO 1996

 

O som do Camaleão, muito bem representado pelo ritmo do Chiclete com Banana, já era considerado o melhor da Avenida, sendo um dos componentes mais notáveis do sucesso dessa parceria.

Em 96, o bloco mais uma vez demonstrou seu dinamismo e deixou claro que continuava apostando nos avanços técnicos aliados à emoção sempre presente. Neste ano, o Camaleão trouxe o som no carro de apoio.

Esse som é transmitido via rádio: o trio elétrico possui a antena de transmissão e o carro de apoio a de captação.

A novidade foi muito importante, pois permitiu aos foliões que brincam mais atrás ouvir com fidelidade o som do Chiclete, além de possibilitar o aumento da capacidade do bloco.

O Camaleão fez mais um carnaval inesquecível!

O Nana Pipoca, segundo alternativo do Chiclete, ampliou seu desfile, saindo na quarta com o próprio Chiclete (no circuito Barra-Ondina) e na quinta com a banda Araketu (no circuito Avenida).

No ano seguinte, o Nana Pipoca foi incorporado ao Nana Banana, que passou a desfilar três dias (quinta, sexta e sábado), como acontece até hoje.

 

 

CAMALEÃO 1997

 

97 foi um ano de grandes conquistas para o Bloco Camaleão, somando os mais importante títulos do Carnaval baiano.

O Troféu Dodô & Osmar e o Bahia Folia, renderam o tetracampeonato do Camaleão e ainda o Top de Marketing, selo de qualidade do marketing empresarial.

Esse grandioso reconhecimento é fruto de muito trabalho e acima de tudo à vontade de proporcionar aos foliões um espetáculo inesquecível, a partir da mistura de muita energia, prazer e alegria.

Essas premiações deram muito mais gás ao Bloco Camaleão, que acumulava toda a sua energia para o ano seguinte: o ano de comemoração aos seus 20 Camaleanos.

 

CAMALEÃO 1998

 

20 anos do Bloco Camaleão

As duas décadas de pura energia do Bloco Camaleão mereceram uma grande comemoração.

E para celebrar os seus 20 carnavais, o Chiclete com Banana fez mais de 3 horas de show no Wet´n Wild, para os amigos e verdadeiros chicleteiros.

Nesse mesmo ano, Bell Marques ganhou o Troféu Dodô & Osmar de melhor cantor.

Mas a festa não parou por aí, a música "Dê um grito aí" foi um presente da banda e ao mesmo tempo, uma declaração de amor ao Bloco e aos seus 20 camaleanos.

Ê o amor
O camaleão se apaixonou
Trocou sua pele sensual e colorida
Pra ficar mais bonito na avenida
E daí meu bem
Você pode gritar
Ah! Que beijo bom
Meu amor só você vai me dar
Ê ê eu quero levar
Você
Pra mim
Tu és a linda flor
Hoje eu vou te amar
Dê um grito aí
Faça a festa pra valer, lelê
Quero ver você dançar
Quero relaxar e responder
Te amo!

 

CAMALEÃO 1999

Em 99 o Camaleão completara a maior idade. São 21 anos de crescimento, profissionalismo, dedicação e coragem para arriscar coisas novas e inusitadas.

Ser o maior e melhor bloco de trio de Salvador só aumentara a responsabilidade de alcançar o sucesso dos carnavais anteriores, não só atendendo como esperando as expectativas dos milhares e fiéis foliões do Camaleão.

No decorrer deste ano, a Capital da alegria preparava-se para receber em 2000 um importante empreendimento para o carnaval baiano: A Central do Carnaval, que surgiu com a proposta inovadora e revolucionária de possibilitar que o folião monte o seu próprio carnaval escolhendo os dias, blocos, camarotes e atrações de sua preferência.

 

CAMALEÃO 2000/2001

Estes anos foram de sucesso do Camaleão.

O Bloco fez bonito na Avenida e arrastou milhares de foliões ao som de muito axé e alegria.

 

 

 

 

 

 

CAMALEÃO 2002

O Camaleão brilhou mais uma vez no Circuito da Avenida e o prêmio de melhor cantor do Troféu Dodô e Osmar foi para Bell Marques, mas os foliões do bloco foram os grandes responsáveis por animar essa grande festa.

 

CAMALEÃO 2003

 

Em 2003, o Chiclete com Banana gravou o seu primeiro DVD (Chiclete na caixa, Banana no cacho) em pleno Carnaval, no comando do Bloco Camaleão, levando para toda a nação chicleteira a magia da festa baiana.

Foi também neste ano que surgiu o Bloco Voa-Voa, para que os chicleteiros e chicleteiras se despedissem do Carnaval de Salvador.

O Voa-Voa veio com a intenção de fazer o encerramento do Carnaval com o Chiclete com Banana e para saudá-lo, a canção "Voa Voa" embalou os foliões e se tornou hino do bloco, premiada como melhor música do Troféu Bahia Folia.

Desde o primeiro ano, o desfile do Voa-Voa na madrugada de terça-feira, se tornou um dos momentos mais emocionantes e inesquecíveis do Carnaval: ver o nascer do sol em Ondina, na quarta-feira de cinzas, ao som da maior banda do Carnaval de Salvador.

CAMALEÃO 2004/ 2005

O Camaleão brilhou mais uma vez no Circuito da Avenida e o prêmio de melhor banda do Troféu Dodô e Osmar foi para o Chiclete com Banana, mas os foliões do bloco foram os grandes responsáveis por animar essa grande festa.

 

CAMALEÃO 2006

 

O Camaleão brilhou mais uma vez na Avenida e os grandes premiados da noite, no Troféu Dodô & Osmar foram o Chiclete com Banana e Bell Marques, como melhor banda e melhor cantor do Carnaval 2006.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CAMALEÃO 2007

O Camaleão é considerado  o maior bloco de Carnaval e um dos grandes responsáveis por fazer do Carnaval de Salvador, a maior festa de rua do Planeta.

O Camaleão transforma as ruas por onde passa, com a Banda Chiclete com Banana no comando do seu trio elétrico.

Salvador para pra ver o Camaleão passar na Avenida, mas a multidão não fica parada um só minuto!

Pelo Camaleão já passaram grandes nomes da música baiana, como Luiz Caldas, Sarajane e Carlinhos Brown. Atualmente, o Bloco é puxado pela banda Chiclete com Banana, ao comando de Bell Marques.

A parceria entre o Chiclete e o Camaleão gerou importantes eventos, além do Bloco Nana Banana, hoje presente nas principais micaretas e do Bloco Voa-Voa, que encerra o Carnaval de Salvador.

A dobradinha Camaleão/Chiclete é reconhecida, a cada ano, pelos principais prêmios concedidos às entidades carnavalescas da Bahia.

A estrutura do Bloco Camaleão é uma das mais completas do carnaval baiano.

O Tiranossauro Rex, o predador da tristeza, é o super trio elétrico do Camaleão, que conta com o mais moderno sistema de transmissão de som para o carro de apoio, o que possibilita ao associado estar sintonizado com a levada do Chiclete em qualquer parte do bloco.

A animação está presente em todo percurso do bloco. Não há como parar seja pela agitação do Chiclete, seja pela empolgação dos foliões.

O Camaleão hoje é sinônimo de Chiclete com Banana. E o Chiclete é a cara do Camaleão.

Em 2007, o Camaleão ganhou pela 9ª vez a mais importante premiação de marcas do mercado baiano - o Top of Mind, como a marca mais lembrada no segmento Bloco de Carnaval.

O Camaleão não pára de inovar e promete fazer de 2008, um ano inesquecível. E para comemorar os seus 30 anos, o Camaleão irá desfilar domingo, no Circuito Barra/Ondina, mantendo-se no Circuito da Avenida na segunda e na terça-feira de Carnaval.

 

CAMALEÃO 2008/2009

 

O Camaleão brilhou mais uma vez no Circuito da Avenida e o prêmio de melhor cantor do Troféu Dodô e Osmar foi para Bell Marques, mas os foliões do bloco foram os grandes responsáveis por animar essa grande festa.

 

CAMALEÃO 2010

 

O Carnaval de Salvador homenagei o trio eletrico e o Camaleão é homenageado como um dos primeiros blocos de Salvador a ser puxado por um trio eletrico. Mais uma vez Camaleão arrasou.

 

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